A ESCOLA MUNICIPAL MAURO ALMEIDA PARABENIZA A ALUNA FABIANE RAMOS POR GANHAR EM PRIMEIRO LUGAR NO CONCURSO DE REDAÇÃO DO PROGRAMA DESPERTAR QUE TEVE COMO TEMA: MEIO AMBIENTE EU FAÇO PARTE!
21 de dezembro de 2009
PROGRAMA DESPERTAR-CONCURSO DE REDAÇÃO
Curiosidades – Raios
“… Na verdade o raio sai de baixo pra cima!…” Após esta afirmação de um colega de sala, fiquei me questionando: de onde vem esses raios? Do que são formados? Por que o raio não cai duas vezes no mesmo lugar? O raio realmente sai de baixo para cima? Essas e outras perguntas você ira entender hoje aqui no blog!
Raios são na verdade uma descarga elétrica luminosa que pode ser entre duas nuvens ou até mesmo entre o solo e as nuvens. Os mesmos são formados quando há muito atrito entre as moléculas suspensas no ar (principalmente H2O de nuvens carregadas) formando cargas positivas e/ou negativas.
Como as nuvens estão carregadas, essa energia tem que ser dissipada de alguma forma e isso é feio através de uma descarga elétrica.
Existem três tipos de raios. Os raios entre nuvens, nuvem-solo e solo-nuvem.
Os raios entre nuvens são chamados assim porque entre as nuvens, quando uma nuvem está mais carregada positivamente e outra negativamente, havendo assim uma diferença de potencial (ddp) onde as cargas negativas, sendo mais leves, saem em direção das cargas positivas, caracterizando assim um raio. Eles não são muito perigosos para nos, pois ocorrem muito acima do solo. Esse tipo de raio são os mais freqüentes, entretanto mais difíceis de serem estudados devido a distância em que eles ocorrem.
Dentre os dois tipos de raios que interagem com o solo, aproximadamente 99,9% são do tipo nuvem-solo, ou seja, a descarga elétrica sai da nuvem em direção ao solo e não o inverso como meu colega havia afirmado. O que acontece é bem parecido com o tipo entre nuvens. Uma nuvem carregada negativamente e o solo carregado positivamente oferecem uma diferença de potencial fazendo com que as cargas negativas saiam da nuvem em direção ao solo.
Já o tipo solo-nuvem é raro, cerca de 0,01%, e ocorre, em sua maioria, em locais altos como montanhas. Nesse caso o solo está carregado negativamente o a nuvem positivamente.
Por essas trocas de descargas elétricas serem tão rápidas, fazem com que o ar ao seu redor fique iluminado (relâmpago) e ao aquecer o ar que está em volta provoca um estrondo (trovão).
Como a velocidade da luz (luz do relâmpago), aproximadamente 300.000km/s é bem maior que a do som (trovão), cerca de 340,29 m/s, a luz chega em seus olhos antes que o som em seus ouvidos. Se após 3 segundos que você observou o relâmpago, ouvir o trovão, tenha cuidado, pois o raio caiu a quase 1km de onde você está. Se o tempo for ainda menor, se abrigue.
Agora aí estão algumas curiosidades:
Verdade: O Brasil é o país onde caem mais raios no mundo. Cerca de 1 bilhão por ano.
Lenda: Se não está chovendo não caem raios.
Verdade: Os raios podem chegar ao solo a até 15 km de distância do local da chuva.
Lenda: Sapatos com sola de borracha ou os pneus do automóvel evitam que uma pessoa seja atingida por um raio.
Verdade: Solas de borracha ou pneus não protegem contra os raios. No entanto, a carroceria metálica do carro dá uma boa proteção a quem está em seu interior; sem tocar em partes metálicas. Mesmo que um raio atinja o carro é sempre mais seguro dentro do que fora dele.
Lenda: As pessoas ficam carregadas de eletricidade quando são atingidas por um raio e não devem ser tocadas.
Verdade: As vítimas de raios não “dão choque” e precisam de urgente socorro médico, especialmente reanimação cardio-respiratória.
Lenda: Um raio nunca cai duas vezes no mesmo lugar.
Verdade: Não importa qual seja o local, ele pode ser atingido repetidas vezes durante uma tempestade. Isto acontece até com pessoas. O guarda florestal norte-americano Roy Sullivan foi atingido sete vezes durante sua vida. Sofreu pequenas queimaduras, contusões, tombos e roupas rasgadas. Hoje, aposentado, Roy mora numa casa reboque com um pára-raios em cada quina.
Fonte: CurioFísica
Raios são na verdade uma descarga elétrica luminosa que pode ser entre duas nuvens ou até mesmo entre o solo e as nuvens. Os mesmos são formados quando há muito atrito entre as moléculas suspensas no ar (principalmente H2O de nuvens carregadas) formando cargas positivas e/ou negativas.
Como as nuvens estão carregadas, essa energia tem que ser dissipada de alguma forma e isso é feio através de uma descarga elétrica.
Existem três tipos de raios. Os raios entre nuvens, nuvem-solo e solo-nuvem.
Os raios entre nuvens são chamados assim porque entre as nuvens, quando uma nuvem está mais carregada positivamente e outra negativamente, havendo assim uma diferença de potencial (ddp) onde as cargas negativas, sendo mais leves, saem em direção das cargas positivas, caracterizando assim um raio. Eles não são muito perigosos para nos, pois ocorrem muito acima do solo. Esse tipo de raio são os mais freqüentes, entretanto mais difíceis de serem estudados devido a distância em que eles ocorrem.
Dentre os dois tipos de raios que interagem com o solo, aproximadamente 99,9% são do tipo nuvem-solo, ou seja, a descarga elétrica sai da nuvem em direção ao solo e não o inverso como meu colega havia afirmado. O que acontece é bem parecido com o tipo entre nuvens. Uma nuvem carregada negativamente e o solo carregado positivamente oferecem uma diferença de potencial fazendo com que as cargas negativas saiam da nuvem em direção ao solo.Já o tipo solo-nuvem é raro, cerca de 0,01%, e ocorre, em sua maioria, em locais altos como montanhas. Nesse caso o solo está carregado negativamente o a nuvem positivamente.
Por essas trocas de descargas elétricas serem tão rápidas, fazem com que o ar ao seu redor fique iluminado (relâmpago) e ao aquecer o ar que está em volta provoca um estrondo (trovão).
Como a velocidade da luz (luz do relâmpago), aproximadamente 300.000km/s é bem maior que a do som (trovão), cerca de 340,29 m/s, a luz chega em seus olhos antes que o som em seus ouvidos. Se após 3 segundos que você observou o relâmpago, ouvir o trovão, tenha cuidado, pois o raio caiu a quase 1km de onde você está. Se o tempo for ainda menor, se abrigue.
Agora aí estão algumas curiosidades:
Verdade: O Brasil é o país onde caem mais raios no mundo. Cerca de 1 bilhão por ano.
Lenda: Se não está chovendo não caem raios.
Verdade: Os raios podem chegar ao solo a até 15 km de distância do local da chuva.
Lenda: Sapatos com sola de borracha ou os pneus do automóvel evitam que uma pessoa seja atingida por um raio.
Verdade: Solas de borracha ou pneus não protegem contra os raios. No entanto, a carroceria metálica do carro dá uma boa proteção a quem está em seu interior; sem tocar em partes metálicas. Mesmo que um raio atinja o carro é sempre mais seguro dentro do que fora dele.
Lenda: As pessoas ficam carregadas de eletricidade quando são atingidas por um raio e não devem ser tocadas.
Verdade: As vítimas de raios não “dão choque” e precisam de urgente socorro médico, especialmente reanimação cardio-respiratória.
Lenda: Um raio nunca cai duas vezes no mesmo lugar.
Verdade: Não importa qual seja o local, ele pode ser atingido repetidas vezes durante uma tempestade. Isto acontece até com pessoas. O guarda florestal norte-americano Roy Sullivan foi atingido sete vezes durante sua vida. Sofreu pequenas queimaduras, contusões, tombos e roupas rasgadas. Hoje, aposentado, Roy mora numa casa reboque com um pára-raios em cada quina.
Fonte: CurioFísica
20 de dezembro de 2009
QUANTO VALE SER HONESTO?
Tenho sempre me perguntado quanto vale ser honesto no mundo em que vivemos, mas ainda não consegui encontrar a resposta certa para esta minha pergunta. É incrível, porém fatos acontecem no dia a dia e podemos perceber que é muito mais fácil ser bandido ou andar aplicando o famoso um sete um (171), que em muitos casos se leva mais vantagem. Só que, felizmente, quem nasceu para ser honesto o será a vida toda, mesmo que passe as maiores dificuldades na vida.
Em uma cidade do interior da Bahia, alguém tentou desviar dinheiro da prefeitura e terminou colocando na conta de uma professora. Esta sofreu os “diabos” por ter este dinheiro em sua conta, quase perdendo o emprego.
(…)
Gosto de dizer que, infelizmente, temos a memória curta e somos muitos imediatistas. Só cobramos aquilo que está em evidência e quando acontece um fato novo, aquele é logo esquecido.
Aqui ninguém vai preso por desviar dinheiro do povo, participar de mensalão e outras coisitas mais; aqui se vai preso e leva muita porrada quando se rouba uma lata de leite em pó ou um pote de margarina para saciar a fome de um filho (não que eu seja a favor daquele que roube por menor que seja o furto e por mais justificável que seja o erro cometido), mas o pau que dá em Chico aqui, não dá em Francisco.
Só espero que não me cobrem por tudo que fazem, afinal de contas eu não sei e nem sabia de nada, só fiquei sabendo agora.
Volto a perguntar: na realidade, QUANTO VALE SER HONESTO?
Autor: Inaldo Sardinha (acima, estão publicados apenas alguns parágrafos do texto).
Fonte: velhosamigos.com.br
Em uma cidade do interior da Bahia, alguém tentou desviar dinheiro da prefeitura e terminou colocando na conta de uma professora. Esta sofreu os “diabos” por ter este dinheiro em sua conta, quase perdendo o emprego.
(…)
Gosto de dizer que, infelizmente, temos a memória curta e somos muitos imediatistas. Só cobramos aquilo que está em evidência e quando acontece um fato novo, aquele é logo esquecido.
Aqui ninguém vai preso por desviar dinheiro do povo, participar de mensalão e outras coisitas mais; aqui se vai preso e leva muita porrada quando se rouba uma lata de leite em pó ou um pote de margarina para saciar a fome de um filho (não que eu seja a favor daquele que roube por menor que seja o furto e por mais justificável que seja o erro cometido), mas o pau que dá em Chico aqui, não dá em Francisco.
Só espero que não me cobrem por tudo que fazem, afinal de contas eu não sei e nem sabia de nada, só fiquei sabendo agora.
Volto a perguntar: na realidade, QUANTO VALE SER HONESTO?
Autor: Inaldo Sardinha (acima, estão publicados apenas alguns parágrafos do texto).
Fonte: velhosamigos.com.br
PREFEITURA MULTA QUEM NÃO COMBATE A DENGUE
A Câmara Municipal de Itabunal aprovou na tarde desta sexta (18) uma lei que autoriza a aplicação de
multas e prevê outras penalidades para moradores e comerciantes que não tomarem os cuidados necessários para evitar a proliferação de focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue. As multas variam de R$ 34 a R$ 340 e dividiu a opinião da população. De acordo com a lei, as multas serão aplicadas nos casos em que, após receberem advertência, os moradores não adotem as medidas necessárias. O alvo da penalidade são os responsáveis por estabelecimentos públicos, privados, comerciais, entre outros, que não garantam a higiene de suas propriedades, permitindo o acúmulo de lixo e focos que facilitam a proliferação do mosquito da dengue. Uma das principais preocupações do projeto é evitar uma possível epidemia. Segundo dados oficiais do município, no período de 1º de janeiro a 20 de novembro deste ano foram 14.799 casos de dengue notificados, sendo nove óbitos. Informações do Jornal A Tarde.
16 de dezembro de 2009
Após três anos, vulcão Mayon volta à ativa
Após obrigar a retirada de aproximadamente 20 mil pessoas de suas casas nas Filipinas, o vulcão Mayon continua jogando cinza e lava e tendo explosões cada vez mais frequentes. O Instituto Filipino de Vulcanologia indicou que nas últimas 24 horas os sismógrafos detectaram 78 abalos causados por explosões no interior do vulcão14 de dezembro de 2009
Pesquisador defende investimentos na educação infantil, especialmente nos primeiros anos de vida das crianças
O economista, professor e pesquisador da Fundação Getulio Vargas (FGV) Aloísio Araújo defende investimentos na educação infantil, especialmente nos primeiros anos de vida, quando se forma o cérebro das crianças. O motivo é simples: meninos e meninas que recebem mais estímulos cognitivos até os 4 anos de idade chegam à escola em melhores condições de aprender. Reportagem de Demétrio Weber publicada na edição deste domingo do Globo mostra que o inverso também é verdadeiro e, segundo Araújo, explica o fosso que separa estudantes brasileiros antes mesmo de pisarem na sala de aula. Araújo está à frente de um seminário internacional que vai discutir o assunto na quinta e sexta-feira, na FGV do Rio, com a presença de nove pesquisadores estrangeiros, um deles James Heckman, que ganhou o prêmio Nobel de Economia em 2000. A seguir, os principais trechos da entrevista.
Por que o senhor considera a educação infantil tão importante?
ALOÍSIO ARAÚJO: Do ponto de vista de neurociência, porque o cérebro se forma muito cedo. Então, se a criança não recebe certos estímulos nessa fase em que se estabelecem certas conexões neuronais, ela dificilmente vai recuperar isso depois. Através de medições e imagens mais modernas, fica claro que é difícil que essa criança atinja o mesmo nível de uma outra que foi submetida aos estímulos adequados.
Que tipo de estímulos?
ARAÚJO: A criança que vem de um lar em que os pais são educados, leem em voz alta, dão estímulos lógicos e usam um vocabulário amplo, está muito mais preparada quando chega à escola do que uma criança que tem os pais analfabetos, poucos recursos em casa, não tem jogos, brinquedos. Isso é medido num trabalho do (James) Heckman e do Flávio Cunha: com 1 ano de idade, as diferenças são muito pequenas. Aos 4 anos, muito grandes, dependendo do nível de renda.
"
Depois dos 4 anos, o sistema educacional não recupera mais
"
--------------------------------------------------------------------------------
A escola consegue reverter essa diferença mais tarde?
ARAÚJO: Depois dos 4 anos, o sistema educacional não recupera mais. As diferenças que existem por educação da mãe ou faixa de renda não são mais reversíveis.
O senhor está falando de estímulos, então, que teriam que ser dados nas creches.
ARAÚJO: Não necessariamente todo mundo vai à creche. Isso pode ser feito dentro de casa também. Se esses estímulos são feitos dentro de casa, por uma mãe que dedica muitas horas à criança, pais que leem em voz alta, se há muitos brinquedos que estimulam o desenvolvimento cerebral, essa criança se prepara melhor e já chega à escola em condições muito mais favorecidas. Se não se fizer essa intervenção mais cedo, as diferenças não diminuem.
Como isso afeta o Brasil?
ARAÚJO: O Brasil tem um número muito grande de crianças que vêm de famílias com baixa escolarização da mãe, dos pais em geral, e com baixo nível de renda. A mãe é mais relevante, porque geralmente passa mais horas com as crianças. Então, fica muito difícil para o sistema escolar recuperar essa defasagem depois. Esse é o desafio maior no Brasil. Um país como o nosso deve dar mais atenção a essas intervenções precoces.
Por que o senhor considera a educação infantil tão importante?
ALOÍSIO ARAÚJO: Do ponto de vista de neurociência, porque o cérebro se forma muito cedo. Então, se a criança não recebe certos estímulos nessa fase em que se estabelecem certas conexões neuronais, ela dificilmente vai recuperar isso depois. Através de medições e imagens mais modernas, fica claro que é difícil que essa criança atinja o mesmo nível de uma outra que foi submetida aos estímulos adequados.
Que tipo de estímulos?
ARAÚJO: A criança que vem de um lar em que os pais são educados, leem em voz alta, dão estímulos lógicos e usam um vocabulário amplo, está muito mais preparada quando chega à escola do que uma criança que tem os pais analfabetos, poucos recursos em casa, não tem jogos, brinquedos. Isso é medido num trabalho do (James) Heckman e do Flávio Cunha: com 1 ano de idade, as diferenças são muito pequenas. Aos 4 anos, muito grandes, dependendo do nível de renda.
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Depois dos 4 anos, o sistema educacional não recupera mais
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A escola consegue reverter essa diferença mais tarde?
ARAÚJO: Depois dos 4 anos, o sistema educacional não recupera mais. As diferenças que existem por educação da mãe ou faixa de renda não são mais reversíveis.
O senhor está falando de estímulos, então, que teriam que ser dados nas creches.
ARAÚJO: Não necessariamente todo mundo vai à creche. Isso pode ser feito dentro de casa também. Se esses estímulos são feitos dentro de casa, por uma mãe que dedica muitas horas à criança, pais que leem em voz alta, se há muitos brinquedos que estimulam o desenvolvimento cerebral, essa criança se prepara melhor e já chega à escola em condições muito mais favorecidas. Se não se fizer essa intervenção mais cedo, as diferenças não diminuem.
Como isso afeta o Brasil?
ARAÚJO: O Brasil tem um número muito grande de crianças que vêm de famílias com baixa escolarização da mãe, dos pais em geral, e com baixo nível de renda. A mãe é mais relevante, porque geralmente passa mais horas com as crianças. Então, fica muito difícil para o sistema escolar recuperar essa defasagem depois. Esse é o desafio maior no Brasil. Um país como o nosso deve dar mais atenção a essas intervenções precoces.
13 de dezembro de 2009
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