16 de setembro de 2010

JEQUIÉ RECEBE CINEMA ITINERANTE

A cidade de Jequié receberá o projeto “Janela de Cinema Itinerante – 4ª Edição”. Nos próximos dias 17 e 18, sexta e sábado, serão exibidos filmes para a comunidade e oferecidas oficinas de iniciação de Cinema-Educação para professores, e de Fotografia e de Produção Audiovisual para crianças e adolescentes matriculados na rede pública. As oficinas serão realizadas no CAIC e no Stela Câmara Dubois e a exibição dos filmes será no Palácio das Artes sempre às 19 horas.


O projeto é promovido pelo Programa Janela Indiscreta Cine-vídeo, da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia em parceria com as prefeituras municipais. As oficinas serão conduzidas por Rogério Luiz, George Neri, Raquel Costa e Veruska Anacirema.

Sessões de filmes

No primeiro dia, às 19 horas, será exibido o longa-metragem “Tapete Vermelho”, de Luiz Alberto Pereira, e os curtas-metragens “Doido Lelé”, de Ceci Alves, e “Miúda e o Guarda-Chuva”, de Amadeu Alban e Jorge Alencar. Já no dia seguinte, também às 19 horas, teremos à exibição do longa “Narradores de Javé”, de Eliane Café, e dos curtas “Caçadores de Saci”, de Sofia Frederico, e “Histórias da unha do dedão do pé do fim do mundo”, de Evandro Salles.

Horário de Verão começa dia 17 de outubro

O Ministério de Minas e Energia confirmou que o horário de verão terá início em 17 de outubro deste ano e se estenderá até 20 de fevereiro de 2011. O governo lembrou que o decreto presidencial número 6.558/2008 determina que a temporada para ajustar os ponteiros do relógio deve ter início no terceiro domingo do mês de outubro, prolongando-se até o terceiro domingo de fevereiro do ano subsequente.


“A norma possui o objetivo de conscientizar a população em relação ao aproveitamento da luz natural, além de estimular o uso, de forma racional, de energia elétrica. Na prática, o adiantamento do horário em uma hora diminui o carregamento nas linhas de transmissão, subestações e nos sistemas de distribuição, de forma que, o atendimento em épocas de maior consumo ocorra com maior eficiência”, informou o Ministério de Minas e Energia, por meio de nota.

O horário de verão é válido para as regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste do país. Em todas as regiões onde foi aplicada a medida contabilizou-se uma redução média na demanda de aproximadamente 5%, acrescentou o governo

7 de setembro de 2010

7 DE SETEMBRO 188 ANOS DE INDEPENDÊNCIA


A Independência do Brasil é um dos fatos históricos mais importantes de nosso país, pois marca o fim do domínio português e a conquista da autonomia política. Muitas tentativas anteriores ocorreram e muitas pessoas morreram na luta por este ideal. Podemos citar o caso mais conhecido: Tiradentes. Foi executado pela coroa portuguesa por defender a liberdade de nosso país, durante o processo da Inconfidência Mineira. Nesta terça-feira (07.09) em Jequié a data será comemorada com um desfile cívico na Avenida Rio Branco que deve começar às 8 horas da manhã. É a homenagem dos jequieenses ao Brasil pela passagem dos 188 anos de sua independência.

Independência do Brasil teve guerras, defendem historiadores

Em 1822, vestindo um imponente fardão imperial, Dom Pedro, cercado pelos Dragões da Independência, ergueu sua espada e disparou contra Portugal: “Independência ou Morte!”. Sem lutar, fundou ali uma nação. Bonito, mas a emancipação política do Brasil, comemorada neste dia 7 de setembro, não foi tão plástica e pacífica quanto sugere a descrição do quadro do pintor Pedro Américo (foto), tampouco isenta de conflitos. “Costuma-se dizer que não houve revolução nem guerras de independência no Brasil. Isto é um equívoco”, afirma o historiador da Universidade de São Paulo (USP), João Paulo Garrido Pimenta.




“Foi uma revolução do ponto de vista da construção de um novo Estado, baseado em um novo ideal político. Além disso, também existiu um enfrentamento para a construção de uma unidade”, explica a pesquisadora do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da USP e editora da revista eletrônica Almanack Braziliense, Andréa Slemian.



Nas províncias da Cisplatina, atual Uruguai, Bahia, Piauí, Maranhão e Pará, partidários dos portugueses, geralmente comerciantes ligados à Metrópole, não aceitaram de cara a separação. Em Salvador, por exemplo, a independência só é comemorada em 2 de julho, pois foi neste dia, em 1823, que as tropas brasileiras conseguiram conter os pró-lusitanos.



“A independência do Brasil foi uma solução momentânea, porque criou um novo problema para as elites: a construção da unidade”, completa Andréa. Estava lançado o desafio: agregar regiões tão diferentes em torno de uma ideia nacional.



Pretendendo fortalecer união, vinda da Família Real favorece separação



Na parte espanhola da América, os vários processos de emancipação, iniciado com a Venezuela em 1810, resultaram em uma série de nações fragmentadas. Mas nenhuma outra colônia, conta a pesquisadora do IEB, havia acolhido a própria Família Real como o Brasil em 1808.



Fugindo das tropas napoleônicas, que já haviam invadido a Espanha no ano anterior, o príncipe regente Dom João VI desembarcou na colônia de mala, cuia e com toda a corte na bagagem para preservar a figura do rei e do poder concentrado em torno da coroa portuguesa. “Com a vinda da corte o Brasil ganhou outra estatura política”, explica o historiador da USP.



Pimenta conta ainda que em 1815, quando o Brasil foi elevado à condição de Reino Unido de Portugal e Algarves, a ex-possessão foi “ganhando ares de que podia governar a si mesma”. Para melhor administrar, a Coroa tratou de criar órgãos públicos, como o Banco do Brasil e a Imprensa Régia. Com isso, mesmo com o intuito de fortalecer a união entre colônia e Metrópole, a vinda da Família Real criou estruturas públicas para que o Brasil pudesse se administrar.



Mas com o fim das Guerras Napoleônicas, em 1820, a aristocracia em Lisboa se reestruturou, constituiu as chamadas Cortes, assembleias legislativas, e exigiu o retorno de Dom João VI, coroado rei de Portugal. Mais uma vez, ele optou pela unificação e, antes que as províncias brasileiras apoiassem as Cortes, retornou para também aprovar a mudança de regime para a monarquia constitucional. Para manter o vínculo no país, deixou seu filho, o príncipe Dom Pedro.



“A realidade inspira e não escraviza o pintor”



As elites viram no príncipe uma oportunidade para promoverem seus interesses políticos e manter os privilégios comerciais ante os portugueses, conseguidos com mudança do pólo econômico e administrativo de Lisboa para o Rio de Janeiro. “Dom Pedro era uma espécie de transição entre a velha e a nova ordem e por isso ele é mais facilmente aceito por diferentes grupos. Ele personifica uma certa estabilidade em meio a uma revolução”, explica Pimenta. Tanto que traços do regime anterior, como a escravocracia e a monocultura, foram mantidos. “Não existe revolução que transforme todas as coisas ao mesmo tempo."



O historiador explica que a Independência foi um processo que aconteceu ao longo de 1822, desde 9 de janeiro, o “dia do fico”, em que o príncipe rejeitou o ultimato para retornar a Lisboa, passando por 12 de outubro quando foi aclamado Imperador. O processo continuou até 1º de dezembro, quando Dom Pedro enfim foi coroado. Para Pimenta, tanto a aclamação quanto a coroação “são mais importantes que o 7 de setembro”. “O grito do Ipiranga, se é que existiu mesmo, foi conhecido por pouca gente. Os dados são muito escassos", afirma.



“O problema é a gente sempre pensar a história do Brasil como uma jabuticaba, algo que só aconteceu aqui. Todos os estados nacionais, além de criarem suas instituições, inventam sua história”, pondera Andréa.



Em um livreto impresso em 1888, em Florença, Pedro Américo conta a respeito da tela “Grito do Ipiranga”, onde destaca que “a realidade pode inspirar, mas não escravizar o pintor”. O quadro, segundo o próprio pintor, pretendia engrandecer e glorificar a população brasileira que nascia naquele momento, conforme o livro “O Brado do Ipiranga”, de Cláudia Valladão de Mattos e Cecília Helena de Salles Oliveira. O quadro foi pintado para o Museu do Ipiranga, construído entre 1885 e 1890 para celebrar a proclamação da Independência.

5 de setembro de 2010

ESSA EQUIPE É NOTA 10!!!!


A Escola  Municipal  Mauro Almeida, fica localizada no povoado de  Nova  Esperança à 30 Km de Jequié. Temos direção, vice-direção, apenas no turno vespertino,coordenadora,secretaria,20   professores  e 9 funcionários ao todo.O Ideb da escola em 2010 é  2.5, a escola atende desde o pré-escolar  ao ensino médio, onde em parceria com o estado temos  5 professores do Luiz Viana que lecionam no espaço da nossa escola  para atender aos alunos que concluiram a 8ª série que, por  morar muito  distante da cidade não teriam condições de continuar os seus estudos. A nossa escola atende alunos de várias regiões,não apenas do proprio povoado, por esse motivo dependemos muito do transporte escolar para o bom funcionamento  da  mesma, o que ultimamente esta sendo muito precário, quando não são as  chuvas que destroem as estradas causando sérios transtornos é a falta de pagamento dos motoristas ou carros que quebram e não tem outro para substituir, no caso dos professores e direção também não é diferente pois dependemos do transporte escolar.Por fim diante de todos os problemas que enfrentamos ainda tem um pior que é  a falta de água na escola, que é um grande problema da comunidade local, e interfere diretamente  no andamento da unidade escolar, mas mesmo em meio aos nossos problemas continuamos nossa luta em  defesa de uma escola publica de qualidade,conscientes que nosso papel estamos fazendo,mesmo que seja a passos lentos,estaremos  avançando  e fazendo a diferença, contando com o apoio dos  professores compromissados, equipe comprometida e que estará sempre fazendo o melhor para avançar mais  e mais.

ESCOLA DO CAMPO FAZENDO A DIFERENÇA!!!


NOSSA EQUIPE:

DIRETORA: Márcia Queiróz Costa
VICE-DIRETORA: DilmaMeloSouza
COORDENADORA: Soraya Farias Assis
SECRETÁRIA: Rita de CássiaArruda

PROFESSORES:

Alberto Jorge A.Moreira
Ana Paula F. Figueredo
Claudia Pereira da Silva Santos
DeiseNunes Ferreira
Ênio Alex da Silva Dourado
Fabiene B. De Santana
Jussara S. T. Silva
Jossineide Andrade Silva
Joelson dos S. Silva
Josélia Suely G. Almeida
Jussiara Nascimento
Luciana Pessoa Silva
Lindinalva O. Silva
Lucy de Santana
Valéria R.R. S. Pereira
Neiva Costa Santos

FUNCIONÁRIOS:

 AntônioNeilton Sacramento (Vigia)
Luzinete R.Nascimento (S. Gerais)
Maria José Alves Cardozo (S. Gerais)
Marluce Santos (Merendeira)
Pedro  Oliveira Brito (Porteiro)
Reinaldo P.de Oliveira ( Porteiro)
Reginaldo Silva Santos (Vigia)
Suely Rocha Costa (Merendeira)
Vera Lúcia P. dos Santos (S. Gerais)





1 de setembro de 2010

Mais de 200 municípios deixarão de receber livros didáticos em 2011

Adesão para o programa foi encerrada no final de junho.

Para diretor, cidades podem ter interesse em outros materiais de ensino.
Do G1, em São Paulo

FNDE encaminha livros para todos os alunos da educação básica (Foto: Ascom/MEC)


Levantamento do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) mostra que 219 municípios brasileiros não aderiram ao Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) e não receberão livros didáticos doados pelo governo federal no próximo ano letivo. Outros três aderiram ao programa após o prazo e também deixarão de ser beneficiados em 2011. No total, houve adesão de 96% das prefeituras, governos estaduais e escolas federais do país.

O prazo de adesão terminou em 30 de junho. O termo ainda pode ser assinado, segundo o diretor de ações educacionais do FNDE, Rafael Torino. No entanto a prefeitura, governo ou escola federal só será beneficiada a partir de 2012.

É a primeira vez em 70 anos de existência que o programa exige a assinatura de um termo de adesão para
encaminhar os livros. “Antes não havia a anuência do gestor, mas acredito que ao oficializar o interesse em receber os livros, evitamos o caráter tácito e o desperdício do material”, diz ao G1, Rafael Torino, diretor de ações educacionais do FNDE.

Para Torino, os municípios, governos e escolas federais que não aderiram ao programa podem ter interesse em adotar outros materiais de ensino.

Pelo PNLD, os municípios recebem livros didáticos de diversas disciplinas para todos os alunos da educação básica. A cada três anos, há o envio de material para um nível de ensino, além da reposição das obras que eventualmente foram estragadas.

Neste ano, foram enviados títulos para os alunos de 1º ao 5º ano do ensino fundamental; em 2011 serão enviados livros aos estudantes de 6º até 8º ano, e no próximo ano, as obras serão destinadas aos alunos de ensino médio.

Ao município cabe a responsabilidade de conservar os livros por três anos e fazê-los chegar aos alunos e professores. Não há custo para os municípios, governos e escolas federais beneficiados, apenas para o governo federal, que fornece os livros.