Em luta pela valorização profissional,professores buscam apoio de vereadores de Jequié.
Postado pelo Blog de Gidasil Silva,diz que :
Apesar do estado de mobilização dos professores da rede municipal de Jequié, a Prefeitura parece não está preocupada com a situação, mesmo depois que a categoria decidiu não iniciar o ano letivo no dia 21 de fevereiro, devido à não definição de um índice de reposição salarial por parte do Executivo.
Os professores, por sua vez, através da APLB, buscam apoios para sua luta e mostram a insensibilidade do governo, que apenas indicou uma audiência para o dia 24, pouco se preocupando com o início das aulas, ameaçado também pela falta de condições em muitas escolas. No dia 9, por exemplo, a diretoria do sindicato, representada pelas professoras Claudenice Barbosa, Caroline Brito, Maria José Nogueira e Anna Maria, falaram sobre a situação da educação com os vereadores João Cunha, Nara Rúbia e José Wanderley. Nara, por exemplo, sentindo a gravidade da situação, conseguiu antecipar a audiência da APLB com os representantes da Prefeitura para o dia 14, às 9h. O objetivo é buscar um entendimento entre as partes. Para o mesmo dia, às 10h, a APLB marcou uma assembléia geral em sua sede.
11 de fevereiro de 2011
24 de dezembro de 2010
ESTAMOS DE FÉRIASSSSSSSSSSSSSSS
Queridos Alunos e professores...
Mais um ano chega ao fim, agradecemos a Deus por mais um ano de vitórias, não foi fácil, sabemos que as lutas foram muitas, muitos obstáulos, mas também muitas conquistas obtivemos, pois trabalhando juntos sempre venceremos.
Dsejamos a todos Boas Férias, muita diversão, mas com moderação...é claro.
Em 2011 estaremos juntos novamente para fazer a diferença, que muitas conquistas e muitas alegrias possamos usufruir ao longo deste novo ano.
Um forte abraço a todos.
Direção e Coordenação
13 de dezembro de 2010
DENGUE
Governo monitora nova doença transmitida pelo mosquito da dengue
Chikungunya infectou três brasileiros que foram ao Sudeste Asiático
Da Agência Brasil
Mosquito Aedes albopictus, que transmite a dengue e a chikungunya
O Ministério da Saúde anunciou nesta quarta-feira (8) que passou a monitorar a doença chikungunya, que é transmitida pelo mesmo mosquito da dengue. Pela primeira vez foram registrados casos da doença no país. Uma das medidas do ministério será a distribuição de um guia com informações sobre a doença aos profissionais do SUS (Sistema Único de Saúde).
A chikungunya é causada por um vírus transmitido pela picada dos mosquitos Aedes aegypti e o Aedes albopictus, também transmissores da dengue. Originária do Sudeste Asiático e da África, a doença provoca febre alta e dores fortes nas articulações das mãos e pés.
De acordo com o coordenador do Programa Nacional de Controle da Dengue, Giovanini Coelho, o governo vai usar as ações de combate à dengue para impedir novos casos da chikungunya. A transmissão ocorre somente por meio do mosquito infectado. Não passa pelo contato de uma pessoa com outra.
Segundo ele, não há motivos para a população se assustar, pois o vírus não circula dentro do Brasil e nem em outros países do continente americano.
– Não há necessidade de alarme ou preocupações. Tivemos três casos importados. Todos tiveram boa evolução. As medidas de prevenção e controle foram aplicadas de maneira oportuna, as mesmas de combate à dengue.
No Brasil, o diagnóstico é feito pelo Instituto Evandro Chagas em Belém (PA). Como o vírus não circula no país, não existe material de diagnóstico para ser comprado. Coelho informou que o governo já está providenciando amostras do vírus para a produção nacional de kits e treinamento dos laboratórios públicos.
Os três primeiros casos no país foram registrados de agosto a outubro, sendo dois homens e uma mulher. Os infectados foram um homem de 41 anos, do Rio de Janeiro, e um paulista de 55 anos, que viajaram para a Indonésia, e uma mulher de 25 anos, que esteve na Índia. Todos foram medicados e passam bem, segundo Coelho.
Os sintomas da doença aparecem no período de três a sete dias. Cinco dias após o aparecimento dos sintomas, o doente não oferece mais risco de transmissão da doença, caso seja picado por um mosquito. A taxa de mortalidade é considerada baixa, menos de 1%, inferior à da dengue. Em 2006, 1,3 milhão de pessoas foram infectadas na Índia, sem nenhuma morte registrada.
O tratamento é feito à base de paracetamol e anti-inflamatório e a recuperação costuma ocorrer em até dez dias. Na fase crônica, o paciente pode sentir dores nas articulações por seis meses. O vírus pode atingir qualquer pessoa, mas os idosos, as gestantes e crianças estão mais suscetíveis ao desenvolvimento da doença.
A primeira epidemia de chikungunya foi registrada na Tanzânia, em 1952. O nome significa “aqueles que se dobram” em um dos idiomas oficiais da nação africana e faz referência à aparência curvada dos doentes por causa das dores.
Para quem apresentar os sintomas e tiver viajado para as regiões onde há circulação do vírus, a orientação é procurar o serviço médico. O ministério recomenda o uso de repelentes e mosquiteiros aos brasileiros que viajarem para o Sudeste Asiático e a África.
Chikungunya infectou três brasileiros que foram ao Sudeste Asiático
Da Agência Brasil
Mosquito Aedes albopictus, que transmite a dengue e a chikungunya
O Ministério da Saúde anunciou nesta quarta-feira (8) que passou a monitorar a doença chikungunya, que é transmitida pelo mesmo mosquito da dengue. Pela primeira vez foram registrados casos da doença no país. Uma das medidas do ministério será a distribuição de um guia com informações sobre a doença aos profissionais do SUS (Sistema Único de Saúde).
A chikungunya é causada por um vírus transmitido pela picada dos mosquitos Aedes aegypti e o Aedes albopictus, também transmissores da dengue. Originária do Sudeste Asiático e da África, a doença provoca febre alta e dores fortes nas articulações das mãos e pés.
De acordo com o coordenador do Programa Nacional de Controle da Dengue, Giovanini Coelho, o governo vai usar as ações de combate à dengue para impedir novos casos da chikungunya. A transmissão ocorre somente por meio do mosquito infectado. Não passa pelo contato de uma pessoa com outra.
Segundo ele, não há motivos para a população se assustar, pois o vírus não circula dentro do Brasil e nem em outros países do continente americano.
– Não há necessidade de alarme ou preocupações. Tivemos três casos importados. Todos tiveram boa evolução. As medidas de prevenção e controle foram aplicadas de maneira oportuna, as mesmas de combate à dengue.
No Brasil, o diagnóstico é feito pelo Instituto Evandro Chagas em Belém (PA). Como o vírus não circula no país, não existe material de diagnóstico para ser comprado. Coelho informou que o governo já está providenciando amostras do vírus para a produção nacional de kits e treinamento dos laboratórios públicos.
Os três primeiros casos no país foram registrados de agosto a outubro, sendo dois homens e uma mulher. Os infectados foram um homem de 41 anos, do Rio de Janeiro, e um paulista de 55 anos, que viajaram para a Indonésia, e uma mulher de 25 anos, que esteve na Índia. Todos foram medicados e passam bem, segundo Coelho.
Os sintomas da doença aparecem no período de três a sete dias. Cinco dias após o aparecimento dos sintomas, o doente não oferece mais risco de transmissão da doença, caso seja picado por um mosquito. A taxa de mortalidade é considerada baixa, menos de 1%, inferior à da dengue. Em 2006, 1,3 milhão de pessoas foram infectadas na Índia, sem nenhuma morte registrada.
O tratamento é feito à base de paracetamol e anti-inflamatório e a recuperação costuma ocorrer em até dez dias. Na fase crônica, o paciente pode sentir dores nas articulações por seis meses. O vírus pode atingir qualquer pessoa, mas os idosos, as gestantes e crianças estão mais suscetíveis ao desenvolvimento da doença.
A primeira epidemia de chikungunya foi registrada na Tanzânia, em 1952. O nome significa “aqueles que se dobram” em um dos idiomas oficiais da nação africana e faz referência à aparência curvada dos doentes por causa das dores.
Para quem apresentar os sintomas e tiver viajado para as regiões onde há circulação do vírus, a orientação é procurar o serviço médico. O ministério recomenda o uso de repelentes e mosquiteiros aos brasileiros que viajarem para o Sudeste Asiático e a África.
NOVAS NOTAS
O Banco Central lança nesta segunda-feira (13) a segunda geração da família de cédulas do real. Primeiro, entrarão em circulação as novas notas de R$ 50 e de R$ 100. Em 2011, será a vez das notas de R$ 10 e de R$ 20 e, por último, a partir de 2012, começará a substituição das notas de R$ 2 e de R$ 5. De acordo com o Banco Central, as duas notas de maior valor são as que demandam maior proteção contra tentativas de falsificação e, por isso, estão sendo lançadas antes das demais. Mais de 70% das cédulas falsas apreendidas no país são de R$ 50 e de R$ 100.
CONCURSO
Na Uesb, estão abertas as inscrições para o concurso público de provas e títulos para o magistério superior destinados a professores. A seleção é para cadastro reserva nas classes de auxiliar, assistente e adjunto. Os interessados têm o período de inscrição entre os dias 29 de novembro e 15 de dezembro e devem obedecer aos critérios exibidos no item II.6 do Edital 116/10. Em Vitória da Conquista, as inscrições devem ser encaminhadas à Gerência de Acesso e Acompanhamento; nos campi de Jequié e Itapetinga, os interessados devem enviar a documentação a Assessoria Acadêmica de cada campus. Os documentos deverão ser postados até um dia após o último dia de inscrição. As provas acontecem dos dias 3 a 12 de fevereiro do próximo ano, sendo obrigatória a presença do candidato no primeiro dia determinado para avaliação.
VESTIBULAR
O Vestibular Uesb 2011.1 acontece nos dias 19, 20 e 21 de dezembro, nas cidades de Vitória da Conquista, Jequié e Itapetinga, e a consulta aos locais de provas dos candidatos já está disponível no site da Consultec. O candidato deve ter em mãos a data de nascimento, o seu número de inscrição ou CPF para efetuar a consulta. Em caso de dúvidas e/ou dificuldades de encontrar o local de prova na página da Consultec, entre em contato com a Comissão Permanente de Vestibular (Copeve), através do Disk Vestibular: (77) 3424-8757
PREFEITURA DEVE ASSUMIR A GESTÃO DA MERENDA ESCOLAR
A algum tempo o programa da alimentação escolar não vem sendo aplicado de forma satisfatória nas escolas da rede municipal de Jequié. A situação se agravou depois que a administração municipal decidiu terceirizar o serviço (antes realizado nas próprias unidades de ensino). Houve questionamentos, mas interesses financeiros e econômicos foram mais fortes do que a opinião da comunidade escolar.
O fato é que depois disso, a qualidade e quantidade da merenda escolar distribuída nas escolas diminuíram significativamente. Na atual gestão do prefeito Luiz Amaral, ainda com a empresa Lemos Passos, que venceu uma licitação conturbada, a situação piorou e se transformou numa crise. Constantemente a prestadora alega atrasos de pagamento (repasse municipal). Como diz que não tem recursos (e como forma de protesto), ela interrompe a distribuição da merenda, como tem ocorrida nos últimos dias. Conforme foi denunciado por vereadores na Câmara, a Prefeitura estaria devendo 1,5 à Lemos Passos.
Crime
Com o impasse e a questionada qualidade de prestação de serviço, algumas técnicas do FNDE (Do Ministério da Educação) vieram a Jequié para participar de uma reunião com o Conselho da Alimentação Escolar, presidido por Vânia Duarte. As representantes do Governo Federal ouviram as ponderações dos conselheiros e também fizeram uma visita a várias escolas da sede e dos distritos. Depois disso, elas informaram que o município de Jequié deve assumir de forma direta a administração da merenda, sem intermediações (empresas terceirizadas), conforme a lei. “Foi uma importante decisão. Além de fortalecer a economia local, a comunidade escolar poderá fiscalizar melhor a aplicação dos recursos e a compra dos alimentos. Como estava, com a empresa, a Prefeitura gastava o dobro por um serviço mau feito”, comemorou Vânia, acrescentando que o município deve se estruturar para assumir a nova responsabilidade. “Não podemos aceitar a repetição do crime que foi a constante interrupção da merenda escolar para as crianças”, concluiu.
O fato é que depois disso, a qualidade e quantidade da merenda escolar distribuída nas escolas diminuíram significativamente. Na atual gestão do prefeito Luiz Amaral, ainda com a empresa Lemos Passos, que venceu uma licitação conturbada, a situação piorou e se transformou numa crise. Constantemente a prestadora alega atrasos de pagamento (repasse municipal). Como diz que não tem recursos (e como forma de protesto), ela interrompe a distribuição da merenda, como tem ocorrida nos últimos dias. Conforme foi denunciado por vereadores na Câmara, a Prefeitura estaria devendo 1,5 à Lemos Passos.
Crime
Com o impasse e a questionada qualidade de prestação de serviço, algumas técnicas do FNDE (Do Ministério da Educação) vieram a Jequié para participar de uma reunião com o Conselho da Alimentação Escolar, presidido por Vânia Duarte. As representantes do Governo Federal ouviram as ponderações dos conselheiros e também fizeram uma visita a várias escolas da sede e dos distritos. Depois disso, elas informaram que o município de Jequié deve assumir de forma direta a administração da merenda, sem intermediações (empresas terceirizadas), conforme a lei. “Foi uma importante decisão. Além de fortalecer a economia local, a comunidade escolar poderá fiscalizar melhor a aplicação dos recursos e a compra dos alimentos. Como estava, com a empresa, a Prefeitura gastava o dobro por um serviço mau feito”, comemorou Vânia, acrescentando que o município deve se estruturar para assumir a nova responsabilidade. “Não podemos aceitar a repetição do crime que foi a constante interrupção da merenda escolar para as crianças”, concluiu.
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