8 de julho de 2010

EDUCAÇÃO: LAFAIETE COUTINHO SUPERA MARCA PROJETADA DO IDEB 2009

A Educação do município de Lafaiete Coutinho se destaca como uma das melhores da região e da Bahia.


De acordo com os dados do IDEB divulgado recentemente pelo Ministério da Educação, mostra que o município superou a marca projetada para 2009 que é de 4,4. “O resultado demonstrou a seriedade e o comprometimento que a Administração do Prefeito Zenildo Brandão (Zé Cocá) tem tido com esta área, que sem duvida, merece todo o investimento realizado”, afirma Orlando Cardoso, Secretário Municipal de Educação.

O Secretario também afirmou que o resultado obtido é feito de varias ações desenvolvidas: melhoria da merenda escolar, chegando a servir almoço na maioria das escolas; capacitação e formação dos professores, entre outras.

SENADO APROVA LICENÇA-MATERNIDADE DE SEIS MESES

O Senado aprovou proposta de emenda constitucional (PEC) que amplia de quatro para seis meses o prazo de licença-maternidade. A proposta, que obteve 54 votos favoráveis e nenhum contrário, segue para análise da Câmara dos Deputados.


O projeto de autoria da senadora Rosalba Ciarlini (DEM-RN) modifica a Constituição Federal para tornar obrigatória a licença de 180 dias para empresas públicas e privadas. Na prática, a proposta amplia o alcance da Lei número 11.770, de 2008, de autoria da senadora Patrícia Saboya (PDT-CE), que faculta às empresas a concessão da licença de seis meses. Em contrapartida, a norma garante a dedução das despesas extras do Imposto de Renda.

A senadora, que era médica pediatra antes de ingressar na política, não acredita que as empresas ofereçam resistência à ampliação do prazo. Ela argumenta que a taxa de natalidade do País, atualmente de 1,9 filho por casal, vem caindo sistematicamente. Afirma que as experiências recentes mostram que a mãe que passa mais tempo com o filho retorna mais produtiva ao trabalho. E acrescenta que o ciclo de seis meses de amamentação garante mais saúde ao recém-nascido e, com isso, reduz as faltas da mãe ao trabalho. Fonte: Uol.

5 de julho de 2010

EDUCAÇÃO NO ESTADO ABAIXO DA META NACIONAL

Dos 5.404 municípios avaliados pelo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), 84,9% atingiram as metas estabelecidas. A Bahia, entretanto, não alcançou a meta nacional do Ideb das séries iniciais até o 4º ano, da 5ª a 8ª série e no ensino médio. As notas do estado foram 3,8, 2,8 e 3,3, respectivamente, sendo que a meta era 4,5, 3,7 e 4,2. Apesar de não alcançar o índice desejado, a Bahia melhorou o Ideb desde 2005, quando o percentual começou a ser calculado. O pior resultado da avaliação realizada no ano passado foi registrado pelo município de Apuarema, com nota 0,5, no sul da Bahia. Procurada pela Agência Brasil, a secretária de Educação do município, Zaira dos Santos, mostrou-se surpresa com o resultado, mas não quis comentar os motivos do baixo desempenho. Dos 11 municípios com as piores notas nas séries iniciais do ensino fundamental, seis estão na Bahia. São eles: Pedro Alexandre (2,0), Nilo Peçanha (2,1), Manoel Vitorino (2,1), Dario Meira (2,2) e Pilão Arcado (2,2). O estado não tem nenhum município na listas das dez melhores notas.

EDUCAÇÃO PÚBLICA 3 ANOS ATRÁS DA PARTICULAR

Um aluno que completa o ensino fundamental em colégio privado sabe, em média, mais que um formado no ensino médio público, com três anos a mais de estudo. Segundo dados do Ideb, indicador do MEC de avaliação da qualidade da educação brasileira, de 2005 a 2009, a diferença entre a rede pública e a particular caiu em todos os níveis pesquisados. Como as provas do Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica, um dos componentes do Ideb) têm a mesma escala e grau de dificuldade para todas as séries, é possível comparar alunos de diferentes anos.Em matemática, por exemplo, a média dos estudantes ao final do ensino fundamental na rede privada foi de 294 pontos numa escala de zero a 500. Na pública ao fim do ensino médio, a média é de 266. Em português, a média foi de 279 pontos em particulares no último ano do ensino fundamental e 262 em públicas ao fim do médio. Informações da Folha

1 de julho de 2010

MEC estima alfabetizar 2,2 milhões de adultos este ano

A uma semana do final do prazo para adesão de estados e municípios ao Programa Brasil Alfabetizado, do governo federal, o Ministério da Educação faz a previsão de matricular, neste ano, 2,2 milhões de jovens e adultos em classes de alfabetização. O prazo para adesão de estados e municípios termina no próximo domingo e a meta do ministério é fechar parceria com 1.450 secretarias de Educação.


Até agora, foram registradas 1.392 adesões - 23 estados, o Distrito Federal e 1.368 municípios. Ainda não aderiram ao programa os estados de São Paulo, do Espírito Santo e Rio Grande do Sul. O ministério repassa recursos aos estados e municípios participantes para capacitações de professores, compra de material pedagógico, além de ser responsável pelo pagamento da bolsa dos alfabetizadores.


Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2008, feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o país tem 14 milhões de analfabetos entre a população com 15 anos de idade ou mais, o que representa 10% dos brasileiros nessa faixa etária. Mais informações sobre a adesão ao Brasil Alfabetizado no site do ministério.


Mais notícias de Educação » Agência Brasil

Degradação do solo ameaça 1 bilhão de pessoas, diz ONU

As ações de degradação do solo – das queimadas ao uso indiscriminado de defensivos agrícolas -- começaram a resultar na desertificação do planeta em termos nunca antes verificados. O resultado é uma terra improdutiva, incapaz de gerar alimento. De acordo com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, a degradação e a desertificação já ameaçam 1 bilhão de pessoas em mais de 100 países.


A Convenção das Nações Unidas para Combate à Desertificação alerta que, até 2050, metade das áreas agrícolas cultiváveis no mundo poderão se tornar improdutivas devido à desertificação.


E são as regiões de clima árido, semiárido e subúmido seco as mais atingidas, provocando a instabilidade dos países, já que a produção e o padrão de consumo nas escalas atuais são insustentáveis – o que pode resultar numa crise de alimentos.

Demanda intensiva

Segundo o diretor da Energy Marcon, Marcus Saussey, a demanda cada vez mais intensiva pela produção de alimentos aumentou o uso dos fertilizantes e pesticidas sem levar em consideração as consequências sobre o solo. “Os efeitos de tais usos podem provocar a desertificação, salinização, destruição de matas e florestas e consequentemente a diminuição da biodiversidade e a erosão”, afirmou.

Saussey disse que até a década de 70 as pessoas não tinham a preocupação com medidas preventivas do solo, já que o surgimento de áreas contaminadas só aconteceu a partir desse período. “O solo foi considerado por muito tempo como receptor ilimitado de materiais descartáveis como resíduos em geral”, afirmou. “Mas, na verdade, o solo é um recurso limitado.”

Ele afirmou também que no Brasil não existe um sistema coerente de prevenção e controle de poluição do solo. Por isso, é grande o risco de grandes extensões de terra se tornarem improdutivas.

A falta de consciência, apesar de as pessoas terem cada vez mais acesso à informação, faz com que o problema se alastre a cada ano.


Andrés Bruzzone Comunicação

JOVENS FALTAM ÀS AULAS SEM MOTIVO

Quase 25% dos jovens faltam às aulas sem motivo


Menos de 1% disse ter faltado porque a escola fica longe ou por falta de dinheiro

Rafael Sampaio, do R7


Quase 25% dos alunos do ensino médio faltam às aulas sem ter motivo, segundo dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio) reunidos por Elaine Toldo Pazello, diretora de pesquisas educacionais do Inep (órgão do Ministério da Educação responsável pelo Enem). O número inclui jovens do sexo masculino. No caso das meninas, 18% também disseram não ter ido às aulas “porque não quiseram”.Os dados valem tanto para escolas públicas quanto particulares. O número de faltas gira entre um e dez dias para cerca de 40% dos estudantes. Em média, os alunos do nível médio faltam um dia a mais que os do fundamental, e os de escola pública faltam mais um dia que os da rede particular, em um período de dois meses.

A maior razão apontada para as faltas é doença: 48% das garotas usaram este argumento, contra 42% dos meninos. Menos de 1% disse ter se ausentado do colégio porque era distante (em torno de 0,5%) ou por falta de dinheiro (0,9% em média).


Uma parte significativa dos estudantes de escolas públicas, entretanto, disse que greves e a falta de professores foram razões para faltarem - 9,3% das meninas e 8,6% dos meninos.

Elaine sugere que mudar a estrutura e as aulas do ensino médio pode ajudar a manter os estudantes na escola. Os dados, diz ela, confirmam que o motivo para os alunos faltarem não são falta de transporte, dificuldade de acompanhar o curso nem a renda.

- Por que os estudantes faltam? Acho que é isso que temos que perguntar. Provavelmente o que ele [aluno] faz na escola não está sendo tão animador. Já foi proposto abrir a jornada do estudante, aprender e estudar a rotina dele. Acho que isso é importante.



Os dados da Pnad, os mais recentes a respeito de faltas nas aulas, são de 2004. Diretor de orientações curriculares do MEC (Ministério da Educação), Carlos Artexes concorda com Elaine. Ele afirma que o currículo do ensino médio deveria ter mais ligação com a realidade do adolescente.- É preciso mudar a cultura da escola média do Brasil. As aulas precisam ser construídas como um projeto de vida do estudante, não como conhecimento enciclopédico. Existe outra componente [que define a ausência na escola], mais complexa. Ela tem a ver com o que quer a pessoa humana.


Abandono das aulas

Dos alunos matriculados no ensino médio brasileiro, 16,5% abandonam os estudos já no primeiro ano. O número equivale a quase 570 mil dos 3,4 milhões de jovens inscritos neste nível de ensino.

Essas informações, assim como os dados sobre faltas, estão em um estudo apresentado na quarta-feira (16) pela ONG Todos Pela Educação.

A pesquisa aponta ainda que cerca de 253 mil alunos formados na oitava série do ensino fundamental que poderiam ingressar no ensino médio não fizeram matrícula. A evasão e o abandono neste nível são problemas graves, que atingem tanto as áreas rurais quanto as grandes cidades, afirma Artexes.


- É um fenômeno humano, que se repete nas regiões metropolitanas e no Sudeste.