8 de abril de 2010
GESTAR
Começou na segunda-feira (05), e vai até o dia 23 de abril, as inscrições do Programa Gestão de Aprendizagem Escolar – GESTAR - para os cursos de Língua Portuguesa e Matemática. Os cursos são destinados a profissionais da área que se encontrem em exercício no ensino fundamental II. Os interessados deverão realizar a inscrição nas Unidades Escolares ou na Secretaria Municipal de Educação. Para ter a inscrição homologada, o professor deve preencher a ficha, disponível na Secretaria Municipal de Educação, com os dados requeridos e entregá-la à coordenadora do Programa GESTAR, Silvana Pereira, entre os dias 19 e 23 de abril, das 14h às 17h. O GESTAR é um dos programas de formação continuada que atua no cenário da educação baiana atendendo à permanente necessidade de atualização dos professores de rede pública de ensino. O programa tem como base os Parâmetros Curriculares Nacionais – PCN - bem como a Lei de Diretrizes e Bases da Educação - LDB.
3 de abril de 2010
TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO DE JEQUIÉ PARALISAM POR REAJUSTE DO PISO SALARIAL
Em assembléia realizada na manhã do dia (30/03/2010), no auditório da APLB/Sindicato, os trabalhadores e trabalhadoras em Educação da Rede Municipal aprovaram o dia 19 de abril como dia de Paralisação Municipal pelo Reajuste Salarial – Piso Nacional. Essa paralisação será considerada o Dia D, pois os trabalhadores em educação da rede municipal de Jequié estão em campanha salarial e, ainda, debatendo o Plano de Cargos, Carreira e Remuneração.
“A formação, a carreira, o salário e as condições de trabalho devem andar juntos no processo de valorização dos profissionais, pois, a luta pela qualidade da educação tem que esta associada a valorização profissional”, afirma Claudenice Barbosa, Diretora Geral da APLB/Sindicato.
A concentração do Ato será na APLB/Sindicato, às 08 h, de onde os trabalhadores sairão em caminhada até a sede da Prefeitura, local de realização de mais uma rodada de negociação.
1 de abril de 2010
Pusemos em marcha a revolução da educação, diz Lula
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quinta-feira (1º) que seu governo “revolucionou” a educação no país, e citou projetos e medidas provisórias destinados à melhoria da educação aprovados nos últimos oito anos. “Pusemos em marcha revolução da educação brasileira. Vários são os números que mostram universalização da qualidade da educação”, disse.
O presidente defendeu o aperfeiçoamento dos profissionais de educação e a aplicação em todos os estados do piso salarial para professores do ensino público. “Educação só se desenvolve com profissionais bem preparados, o casamento entre educação de qualidade e qualificação dos professores tem que ser indissolúvel”, disse.
Para Lula, o pagamento de bons salários para os professores é importante para garantir a dedicação deles na sala de aula. “Não é possível depositar confiança na professora que vai cuidar dos nossos filhos sabendo que ela não vai levar para casa o suficiente para cuidar da sua família”.
O presidente fez referência aos governos passados dizendo que a profissão de professor foi marginalizada. “Os professores tiveram ao longo dos anos a profissão judiada, sucateada”, disse.
O presidente voltou a lembrar que ele e o vice, José Alencar, não possuem diploma universitário, o que, segundo ele, não impediu que o governo investisse em educação. “Fui o presidente que mais construiu universidade nesse país”, afirmou Lula.
O ministro da Educação, Fernando Haddad, defendeu, durante a cerimônia, que seja definida uma meta para a remuneração de professores. “Nós temos que dizer qual será a remuneração mínima do trabalhador em educação daqui a dois, quatro, seis anos”, disse. Segundo o ministro, a ideia é que, no futuro, a carreira de professor “não perca” em questão de salário para outras.
Lula e Haddad discursaram durante a Conferência Nacional da Educação. O evento, que contou com a participação de secretários estaduais, ministros e parlamentares, tem como objetivo discutir projetos para o Plano Nacional de Educação (PNE).
Multa
O presidente leu o discurso e falou de improviso apenas no final. Lula disse que optou por se ater ao que havia escrito para evitar multas por propaganda eleitoral antecipada.
Neste mês o plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) multou o presidente em R$ 10 mil por ter supostamente feito campanha a favor da ex-ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, durante a inauguração de uma obra do governo.
Dias antes, o ministro auxiliar do tribunal Joelson Dias determinou ao presidente o pagamento de R$ 5 mil também por propaganda antecipada. O plenário ainda deve decidir em definitivo sobre esta multa.
“Hoje eu vou ler o meu discurso. Hoje eu vou ler porque eu estou sendo multado todo dia e daqui a pouco eu vou ter que trabalhar o resto da vida para pagar multa, então eu vou me conter aqui e depois vou fazer um improviso rápido”, disse.
Democracia
Durante o discurso, o presidente defendeu a participação da sociedade civil nas ações de governo. Lula destacou que durante seu mandato foram realizadas 66 conferências. “É importante observar que desde 1941 o Brasil realizou 106 conferências. Em oito anos fizemos mais conferência do que todos os governos”, disse o presidente, que aproveitou para fazer críticas à oposição.
“Alguns dos nossos opositores acham que democracia é ato de silêncio, para nós a democracia é ato de múltiplas manifestações da sociedade brasileira”.
Após ter 'pulseira do sexo' arrancada, adolescente é estuprada em Londrina
A “brincadeira” das pulseiras funciona da seguinte forma: uma menina coloca diversas pulseiras de silicone coloridas no braço e um jovem tenta arrebentar um dos adereços. Cada cor representa um “carinho”, que vai desde um abraço até a prática de sexo; quem arrebentar receberá a “prenda” da dona da pulseira.
Segundo o delegado William Douglas Soares, o caso chegou ao conhecimento da polícia no dia 23 deste mês, quando a mãe e a garota relataram o ocorrido. "A menina disse que foi abordada pelo grupo e um deles arrancou a dita 'pulseira do sexo' que ela usava. Pela cor do adereço, ela teria de pagar uma prenda aos jovens. Ela se mostrou constrangida com o fato e acompanhou o grupo até a casa do rapaz de 18 anos. A menina não relatou que eles tivessem usado arma para isso."
Soares informou ainda que o encontro preliminar aconteceu no terminal de transporte coletivo central de Londrina, que registra grande movimento de estudantes no horário de saída das escolas. "A vítima e os envolvidos não se conheciam. Por isso tenho a convicção de que o crime só aconteceu por causa do uso das 'pulseiras do sexo'. Fica aqui o alerta aos educadores, pais e estudantes sobre isso."
A jovem está recebendo acompanhamento psicológico do Centro de Referência Especializada de Assistência Social (Creas) desde o registro do caso. "Estamos esperando os laudos psicológico e do Instituto de Medicina Legal (IML) sobre as agressões sofridas pela menina", disse o delegado.
Soares informou ainda que o fato de a jovem ter acompanhado os agressores até a casa de um deles não tem importância no inquérito. "Trata-se de um caso de estupro de vulnerável, que independe de consentimento ou não da vítima, que neste caso tem menos de 14 anos, como rege a legislação."
Em caso de condenação, o rapaz de 18 anos pode cumprir pena que varia de 8 a 15 anos de reclusão. "No caso dos demais envolvidos, que são menores de idade, eles podem ser levados para medidas sócioeducativas ou até para internação, de acordo com o ECA [Estatuto da Criança e do Adolescente]", disse o delegado.
30 de março de 2010
Confronto entre PM e professores fere 16 em SP; manifestantes recuam após bombas
Ao menos 16 pessoas --entre elas sete policiais-- ficaram feridas após confronto entre manifestantes e a PM, durante assembleia realizada pelos professores do ensino estadual de SP em frente ao Palácio dos Bandeirantes --sede do governo paulista--, de acordo com a Polícia Militar. Eles foram encaminhados ao hospital Albert Einstein.
Professores de SP são recebidos pelo governo
Professores aproveitam últimas dias de governo Serra para realizar protestar
Assembleia de professores fecha Giovanni Gronchi
No momento em que os professores subiam pela avenida Giovanni Gronchi com destino ao Palácio, em uma área considerada de segurança --e onde não são permitidas manifestações--, a PM jogou bombas de gás lacrimogêneo. Houve empurra-empurra e os professores decidiram recuar e voltar para a frente do estádio do Morumbi, onde estavam concentrados anteriormente. O clima é tenso e há muitas pessoas chorando por causa do gás que causa irritação nos olhos.
A tropa de choque o Águia, helicóptero da Polícia Militar, também estão no local.
O carro de som da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo) anuncia que há muitas pessoas feridas e pede ambulâncias. Um cinegrafista foi atingido e o carro de um veículo da imprensa foi totalmente destruído.
Além dos professores, há muitos estudantes e militantes partidários no protesto. Os manifestantes cantam o hino nacional a todo momento.
A CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) bloqueou a avenida Giovanni Gronchi com a rua Erasmo Teixeira de Assunção, a avenida Morumbi com as praças Crepúsculo, Jorge João Saad e Santos Coimbra, e a avenida Professor Francisco Morato com a praça Jorge João Saad.
Greve continua
Terminou por volta das 18h30 a reunião entre uma comissão dos professores da rede estadual de São Paulo e funcionários do governo, no Palácio dos Bandeirantes. Não houve acordo, pois o governo disse que só haverá negociação se a paralisação terminar. Os professores alegam que acabam com a greve somente se houver acordo.
Os 11 diretores da Apeoesp negociaram o fim da greve --que começou no dia 8 de março-- com o secretário adjunto de Educação, Guilherme Bueno, e secretário adjunto da Casa Civil, Humberto Rodrigues.
Os professores, que realizaram uma assembleia nas proximidades do Palácio e decidiram manter a paralisação, entraram em conflito com a polícia. Durante a manifestação, uma pessoa chegou a desmaiar.
Na assembleia, os professores já marcaram novo ato na quarta-feira (31) no vão do Masp, na avenida Paulista, região central, às 15h, no mesmo dia que o governador José Serra deixa o cargo para ser candidato à presidência.
De acordo com os organizadores da assembleia há 20.000 pessoas. Já a Polícia Militar informou que há cerca de 5.000 pessoas na praça.
Professores de SP são recebidos pelo governo
Professores aproveitam últimas dias de governo Serra para realizar protestar
Assembleia de professores fecha Giovanni Gronchi
No momento em que os professores subiam pela avenida Giovanni Gronchi com destino ao Palácio, em uma área considerada de segurança --e onde não são permitidas manifestações--, a PM jogou bombas de gás lacrimogêneo. Houve empurra-empurra e os professores decidiram recuar e voltar para a frente do estádio do Morumbi, onde estavam concentrados anteriormente. O clima é tenso e há muitas pessoas chorando por causa do gás que causa irritação nos olhos.
A tropa de choque o Águia, helicóptero da Polícia Militar, também estão no local.
O carro de som da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo) anuncia que há muitas pessoas feridas e pede ambulâncias. Um cinegrafista foi atingido e o carro de um veículo da imprensa foi totalmente destruído.
Além dos professores, há muitos estudantes e militantes partidários no protesto. Os manifestantes cantam o hino nacional a todo momento.
A CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) bloqueou a avenida Giovanni Gronchi com a rua Erasmo Teixeira de Assunção, a avenida Morumbi com as praças Crepúsculo, Jorge João Saad e Santos Coimbra, e a avenida Professor Francisco Morato com a praça Jorge João Saad.
Greve continua
Terminou por volta das 18h30 a reunião entre uma comissão dos professores da rede estadual de São Paulo e funcionários do governo, no Palácio dos Bandeirantes. Não houve acordo, pois o governo disse que só haverá negociação se a paralisação terminar. Os professores alegam que acabam com a greve somente se houver acordo.
Os 11 diretores da Apeoesp negociaram o fim da greve --que começou no dia 8 de março-- com o secretário adjunto de Educação, Guilherme Bueno, e secretário adjunto da Casa Civil, Humberto Rodrigues.
Os professores, que realizaram uma assembleia nas proximidades do Palácio e decidiram manter a paralisação, entraram em conflito com a polícia. Durante a manifestação, uma pessoa chegou a desmaiar.
Na assembleia, os professores já marcaram novo ato na quarta-feira (31) no vão do Masp, na avenida Paulista, região central, às 15h, no mesmo dia que o governador José Serra deixa o cargo para ser candidato à presidência.
De acordo com os organizadores da assembleia há 20.000 pessoas. Já a Polícia Militar informou que há cerca de 5.000 pessoas na praça.
ASSEMBLÉIA GERAL DOS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO DA REDE MUNICIPAL
A APLB/Sindicato convoca os trabalhadores e Trabalhadoras em Educação da Rede Municipal de Jequié-BA, da sede e dos distritos, para uma Assembléia Geral, nesta terça-feira (30/03), às 10h, em seu auditório, para discutir a seguinte pauta:
1 – ESTADO DE MOBILIZAÇÃO;
2 – REAJUSTE SALARIAL – PISO NACIONAL;
3 – ENCAMINHAMENTOS.
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